Maçã, Uva, Pêra ou Salada Mista?

Sempre estou na posição de aprendiz, aprendiz do viver. E de preferência da melhor forma…
Ok, eu já aprendi que a vida é feita de escolhas, e se eu faço as melhores escolhas eu crio uma vida melhor!
Falando assim mastigadinho parece óbvio, porém a grande maioria das pessoas demoram um pouco a entender isso.
Em geral, quando somos mais jovens, temos muito o que fazer, a agenda é muito agitada para se dar conta disso… Os hormônios à flor da pele decerto nebulam algumas coisas que, no futuro, podem ser cruciais para uma vida com mais qualidade e sabedoria.
A vida em si é a vida, ela está ali, igual para todos.
Uma prateleira imensa, recheada de infinitas opções, das mais diversas coisas já conhecidas por você, das que sequer ouviu falar e também das que nunca sonhou que pudessem, um dia, existir…
É… Deus capricha na oferta, e cabe a você pegar o que quer da vida!
Essa afirmação, faz com que pareça que a função de Deus seja a mais difícil. Gerar tudo de mais maravilhoso neste Universo de infinitas possibilidades, e que a nossa função seja a mais fácil… Apenas selecionar uma, nesta prateleira apetitosa de opções.
Talvez para Ele, que é Ele, que tem o poder que Ele tem, seja fácil… Mas para nós, apesar de parecer estar com a opção mais fácil, APENAS ESCOLHER, possa gerar uma certa complexidade, já que precisamos optar pela mais assertiva…
– Xiiiiiiiiiiiii…
Deus em sua infinita bondade nos oferece TUDO e nós, com a nossa modesta e pequena sabedoria, precisamos fazer a melhor escolha.
E quando optamos por algo, as oportunidades vão surgindo de acordo com as escolhas que vamos fazendo.
Por exemplo:
Opto por estudar Medicina, então escolho estudar ou não. Se estudo passo no vestibular, se não estudo não passo.
Se passo, eu escolho dedicar-me e ser um grande médico. Se não me dedico não continuarei a faculdade, ou serei um médico mediano… e por aí vai…
Igual quando você vai de um ponto até outro de sua cidade. Você começa seguindo por uma rua, depois entra em outra, e outra, vai fazendo escolhas de caminhos até chegar ao seu destino.
Ok, que uma escolha gera outra isso eu também já entendi, agora, o que pergunto é:
Qual a escolha certa?
 
Qual a escolha que leva a realização do nosso sonho?
 
Quando ainda o que queremos está em fase de projeto, teoricamente distante, qual a escolha disparadora?
 
Qual a atitude, escolha ideal para chegar lá, onde imaginamos, onde sonhamos?
 
Qual é a escolha que representa o primeiro degrau, para subir a escada que nos leva ao topo?
 
Qual alternativa das infinitas possibilidades de escolhas, levam você a ser um empresário bem sucedido?
 
Que escolhas nos levam ao Oscar?
 
Que esquina precisamos dobrar para encontrar enfim o amor tão esperado?
Seria realmente bom saber tudo isso, não é mesmo?
Conhecer o caminho das pedras, ou alguém que pudesse nos dar uma dica, seria algo muito bom, eu diria que isso facilitaria muito as coisas!
Isso me lembra um jogo que a grande maioria das pessoas brincavam quando eram crianças:
“Maçã, Uva , Pêra ou Salada Mista?”
Maçã – Um abraço
Uva  – Beijo no Rosto
Pêra – Beijo na boca
Salada Mista – Todas as opções anteriores juntas e misturadas!
Uau!
Para os que não conhecem, este jogo consiste em dividir o grupo de meninas e meninos. Uma menina, por exemplo fica de costas e outra vai tocando nos meninos, e perguntando:
Esse? Esse? Esse? Esse?
Até que a menina que está de olhos fechados diz: ESSE!
Então vem a famosa pergunta:
Maçã, Uva, Pêra ou Salada Mista?
 
– SALADA MISTA!
Até aí tudo bem, se não tivesse a malandragem.
A malandragem é que se cria códigos entre as amigas(os) para avisar qual menino(a) vale a pena protagonizar conosco uma Salada Mista!
Percebe o que estou querendo dizer?
Já pensou que fantástico seria se na hora que você estivesse pegando algo realmente importante na prateleira do Universo, você ouvisse um amigo de fé gritar em alto e bom tom:
 
– ESSE!
Alguém para nos avisar o caminho da Salada Mista…
O bom, é que às vezes a vida nos brinda com pessoas, verdadeiros anjos enviados por Deus que nos sopram conselhos e nos indicam caminhos que abrirão portas que nos levarão a momentos fantásticos.
Quem nunca viveu uma situação em que você não sabia o que fazer, que caminho seguir, que opção escolher e contou com a sábia ajuda de alguém indicando a melhor opção? E, muitas vezes, este alguém sequer nós conhecíamos…
Ou mesmo quem nunca se sentiu um desses anjos na vida de alguém?
O importante é entender que não existe escolha certa ou errada, e sim escolhas melhores e mais assertivas do que outras.
Talvez o segredo seja nos cercarmos do melhor, nos prepararmos profissionalmente, nos alinharmos emocionalmente, nos cercarmos dos grandes amigos e parceiros à moda Salada Mista e, sem dúvida, nos conectarmos com a espiritualidade, dispondo, assim, do maior indicador de caminhos do Universo: Deus!
Magaly Evangelista
À Dr. Miguel Doudaklian, in memoriam, um grande anjo à moda Salada Mista!
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Autoperdão

Pré-requisito para ser feliz!
Quando você descobre que é você quem cria sua própria realidade, através das suas escolhas, em geral, acontecem duas coisas: uma boa e outra ruim, ou melhor, uma não tão boa…
Qual você quer saber primeiro, a boa ou a ruim?
A boa?
Ok.
A boa é que ao criar sua própria realidade, e ter consciência disso, você pode passar a conduzir sua vida deliberadamente!
Agora que está claro que você é um grande criador de realidade, e pode preencher seu destino de forma muito mais apropriada, fazendo as melhores escolhas, passa a ter um poder nas mãos que antes sequer imaginava…
Uau! Tenha certeza de que isso é fantástico!
– E a ruim?
A ruim, ou melhor, a não tão boa, é que de repente, você se dá conta de que o seu grande e maior algoz pode ter sido você.
– Eu????
Sim, pois ao fazer escolhas mal feitas, você pode ter gerado uma vida muito aquém de suas reais capacidades, até mesmo, uma vida nada agradável.
Talvez antes, sem esta percepção, fosse mais fácil, por a culpa no outro, no vizinho, em seus pais, no cachorro, em Deus, enfim… Mas agora que você tomou consciência de que a questão pode ter sido você, a coisa muda de figura.
E eis que chega a importância de entender o quanto se autoperdoar pode ser, em alguns casos, muito mais importante do que perdoar o outro.
Perdoar pode parecer um verbo difícil de pronunciar, imagina conjugar. Afinal, nós nos consideramos os eternos corretos, acima do bem e do mal, e nunca, jamais, em tempo algum, cometemos algum erro com alguém…
E com estas regras tão firmes, estas crenças tão arraigadas sobre tudo, óbvio que quando somos nós os que estamos na berlinda, seremos julgados com as mesmas leis severas que criamos para tudo e todos que estejam ao nosso redor.
Surpreso? Pensou que nunca cairia nas suas próprias garras, no seu chicote… Ops… Leis?
Pois é… Chegou a hora de nós sermos os nossos cobradores, meu amigo. Aí o “bicho pega”.
Podemos ser muito mais rígidos, carrascos e crueis conosco do que um dia fomos com alguém. Afinal de contas, como eu, uma pessoa tão correta, blá blá blá… pude fazer uma coisa dessas??
E sem nenhum pudor decretamos: – Eu não tenho perdão.
E o que é pior, consideramos o caso irrevogável, nos condenamos a uma prisão perpétua, dentro de nós.
Vamos analisar: quando somos crianças e aprendemos a escrever, a gente erra bastante, correto?
Quem nunca escreveu você, com “ç”? Muita gente já, e escreve até hoje….
Eu nunca escrevi você com “ç”, mas adorava passar traço em “L” e deixar o “T” sem traço, para o grande prazer da caneta vermelha da minha professora de Português.
E qual o problema nisso?  Você se crucificava aos 7 anos cada vez que a professora enfeitava de vermelho sua prova, consertando sua ortografia?
Claro que não…
E quando éramos bebê, então? Ainda envolvidos em nosso bem-estar natural, quando caíamos ao tentar dar o primeiro passo de pé, sem a ajuda da mamãe, não estávamos nem aí… Podíamos até chorar, se ao cair batêssemos mais forte alguma parte do nosso corpo, mas em geral, levantávamos, dávamos uns tapinhas na nossa fraldinha limpando as mãos, e  seguíamos em frente… “Numa boa”…
Você pode me dizer:
– Mas esses erros são perdoáveis, faz parte do processo.
E eu te respondo:
E os erros que você também cometeu, por mais graves que possam ter sido, segundo seus padrões ou os padrões da sociedade, esses erros também fazem parte do seu crescimento, do seu aprendizado, do seu processo.
É importante lembrar que cada um só dá o que pode, e que sempre fazemos o que melhor podemos diante de uma situação, mesmo quando não estamos conscientes disso…
Tem um pressuposto na Programação Neurolinguística que diz:
Todo comportamento tem uma intenção positiva.”
 
Em geral, as atitudes que tomamos, sempre são pensando em algo positivo para nós.
Muitas vezes, este algo positivo não se apresenta na superfície da coisa, mas quando adentramos mais na verve da questão, percebemos que, no fundo, tudo que a pessoa queria ou precisava, era paz, amor, bem-estar, liberdade… Enfim, algo que a fizesse se sentir melhor.
E como se autoperdoar?
Você pode ficar até bravo comigo, mas a primeira coisa para se autoperdoar é sair da energia do drama.
Parar, pensar, e entender por que você escolheu tal ou tal caminho ou atitude. E, depois disso, tirar o peso das costas e seguir em frente!
Nessa de não se perdoar, ou melhor, de continuar se punindo por algo que já se foi punido, ou seja, de prolongar e arrastar a dor, é uma forma de nos manter longe dos milagres, ou seja, das coisas boas da vida, do bem-estar, da prosperidade, do amor, etc… Não nos perdoamos, porque achamos que ainda não pagamos segundo nossas próprias leis o que fizemos.
Será que já não foi sofrimento suficiente?
São nossas próprias crenças que nos aprisionam.
E sabe o que tem de maravilhoso nisso?
É que está em nossas mãos e apenas em nossas mãos, o poder de nos libertar!
Funciona assim: você se aprisionou e é você quem se liberta!
Como?!
Questionando suas crenças…
Você sabe o que é uma crença?
Um pensamento que você deu tanta força e atenção que virou hábito, que você deu mais força e virou um paradigma, uma lei.
Como aquele brinquedo japonês, lançado em meados dos anos 90, chamado Tamagotchi, que tem um bichinho que damos comida, amor, carinho, atenção e ele fica vivo. E quando paramos de dar tudo isso, ele morre.
Pois é, a crença quer positiva ou negativa, é como o animalzinho virtual de estimação do Tamagotchi, ele só vive se você o alimenta.
Se a crença é positiva e impulsionadora dê muita força para ela, dê toda comida que você puder para fortalecê-la cada vez mais!
Se a crença for negativa e limitante, simplesmente pare de dar comidinha a ela.
Percebe?
– Falando assim parece fácil, mas na prática…
Pois é, como nenhum atleta tem músculos, sem se exercitar, muito menos ganha medalha sem treinar, você também precisará se observar e aprender a que tipo de crenças você dará comidinha e quais crenças você fará dieta!
– E como perceber que estou alimentando a crença certa?
Observando como se sente. Isso não falha!
Sua crença faz você se sentir bem? Dá comida gostosa para ela.
Sua crença faz você se sentir mal? Fecha a boca.
Simples assim!
Você tem buscado tanto a felicidade, e talvez não tenha entendido ainda que a felicidade está  no processo. E estar bem consigo mesmo é de suma importância para desfrutar melhor este caminho em que o autoperdão é pré-requisito… É um passaporte para ser feliz!
Pensando assim e de volta aos trilhos, você poderá resgatar seu sucesso, alegria, amor, prosperidade e espiritualidade. E, quem sabe, até perceber que a missão é muito maior, estamos aqui para aprender, trocar, crescer e expandir!
E não existe algo que possa expandir mais o Universo do que o perdão!
Deixo você na companhia do fantástico escritor uruguaio, Eduardo Galeano, quando diz:
“Quando se ama de verdade, no amor, na amizade, amam-se as luzes e as sombras de cada pessoa ou de cada lugar.”
Magaly Evangelista
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Apaixone-se!

Parafraseando a música cantada pelo meu querido amigo Henrique Teles da Banda Maria Scombona…

Quero que você me diga o nome de 20 amigos!
João, Antonio, Janete, Mariana, Zé Ricardo, Gustavinho, Marcão, Ana Maria, Pedro Paulo, Renato, Carlinhos, Vicente, Milena, Araci, Paulão, Beto, Aline, Osvaldo, Soninha, Maria Alice…
E Você, tem amigos?
Você tem um melhor amigo? Alguém que você pode dizer: este é especial, amigo-irmão, posso contar para o que der e vier, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença ?
Ah… você tem mais de um amigo com este perfil? Olha só… que coisa boa!!!
O que? Você tem muitos amigos assim?
Uhuuuuuuuuuuuuuuu!!  Isso é realmente fantástico!
Agora chega aqui bem pertinho:
Você é amigo de si mesmo?
(…)
Sei…
Entendo, você não imaginou que valia por você mesmo na lista… com certeza, foi isso…
Pois é… Este é meu tema de hoje: você é seu amigo?
Agora sejamos sinceros, pare e pense um pouquinho:
Como você se trata?
É muito exigente com você?
Grita ou berra com você?
Irrita-se facilmente com você?
É intolerante?
Não admite erros?
Traz você na “corda curta”?
Hum… devo chamar a sua atenção que se eventos assim estão acontecendo e se repetindo, isso não pode dar em boa coisa…
Você conhece gente que fica muito bem rodeada de pessoas, ou mesmo acompanhada de uma pessoa, mas que quando fica só, com seus botões não fica bem?
O Luiz Antonio Gasparetto, que se auto-entitula de Espiritualista Independente, tem uma frase fantástica, que diz: “Deus te fez para você. E você vai conviver com isso pela eternidade.”
Sempre que leio esta frase, penso: se é para a eternidade, melhor que eu seja meu amigo, não? E o mais rápido possível…
Voltando a nossa conversa ao pé do ouvido…
Eu já passei por isso, estava tão atribulada com as coisas lá fora, no corre-corre diário da vida e ainda não tinha conhecimento que eu criava a minha própria realidade, através das minhas escolhas, que caí nesta cilada, nesta grande armadilha que é não ser meu melhor amigo…
Quer dizer, eu estava bem longe de ser meu amigo, quiçá melhor amigo.
Nesta época, eu queria qualquer companhia menos a minha. Imagine só… no que isso poderia dar?
Eu não só não era meu amigo, como sinceramente me tornei meu pior inimigo.
_ Como assim? Nós podemos ser nosso inimigo, fala sério! _ Você diz.
Sim, podemos.
Quando nos distanciamos de nós e nos colocamos a nossa frente, lutando contra nós, aí sim temos um grande inimigo. Pois só nós conhecemos nosso código de barra, nossos pontos menos fortalecidos. Traduzindo: só nós podemos ser a nossa kryptonita.
E isso é maravilhoso, pois o poder está em nossas mãos de ficar ou não do nosso lado.
E como ficar do nosso lado?
Primeiramente aceitando-nos exatamente como somos, procurando nos conhecer, e aí sim ir fazendo os pequenos acertos para nosso crescimento e expansão.
Ainda bem que acordei a tempo e percebi que a pessoa mais importante da minha vida sou eu, e como tal, mereço a melhor toalha, o sabonete novo, a melhor louça e o jogo de taças de cristal da vovó que guardamos no armário só para ocasiões especiais. Como fazemos quando chega uma visita importante em nossa casa.
E por que será que tratamos tão bem uma visita e não tratamos bem a nós mesmos?
Somos rígidos, exigentes, não podemos errar. Somos verdadeiros pais severos, em que carinho é algo que passa longe da nossa cabeça em nos oferecer.
E por que somos tão exigentes? Controle de qualidade, mania de perfeição?
É preciso se observar, se pesquisar… No meu caso foi excesso de perfeccionismo. Mas só você pode responder isso, já que cada ser humano é um universo completamente diferente do outro em função de diferentes experiências e vividas.
Em geral, o que acontece é que passamos mais tempo preocupados com a vida lá fora do que com a vida aqui dentro.
Não importa os motivos e/ou desculpas que você tenha para estar distante de si, mas sim que podemos mudar isso.
Penso que mais cedo ou mais tarde precisamos nos voltar para dentro. Isso faz parte do nosso processo de maturidade, do nosso crescimento. E, muitas vezes, por medo do que podemos encontrar, evitamos isso ao máximo possível, até que nos deparamos com a real necessidade de fazer esta viagem interna ou estaremos condenados à estagnação.
Você pode me dizer:
_ Não estou entendendo nada…
É como um jogo eletrônico, se você não vence esta fase, não passa para a seguinte. E, vencer esta etapa, pode estar associada a encontrar passagens que fazem você encontrar tesouros, decifrar códigos secretos, chaves que levam a abertura de portas, para só assim aumentar seu level e, enfim, mudar de fase…
Haverá cômodos mais empoeirados, mais escuros, uns passaremos mais tempo limpando ou buscando melhor entendê-los. Outros você só entenderá com o passar do tempo.
Mas também haverá cômodos muito claros, nítidos e iluminados, verdadeiras jardineiras dentro de nossa “casa interior”.
E por mais que tenhamos receio deste encontro conosco, talvez por parecer tratar-se de algo novo, e tendemos a ter medo do que é desconhecido… É bom lembrar que estamos tratando de nós, e mesmo que ainda não saibamos disso, se existe alguém que temos real afinidade, somos nós!
Comece!
Dê o primeiro passo em sua direção, dando uma esticadinha na zona de conforto, e se enchendo de coragem para este mergulho interior.
 
Apaixone-se por você!
Afinal de contas, quem não quer ter o próprio nome no topo da lista de melhores amigos?
Então, que tal da próxima vez que for ao cinema, convidar você para ir junto? Pode ser um bom começo.
A gente se vê!
Magaly Evangelista
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A Fórmula da AFIRMAÇÃO IDEAL

Que tipo de alimento você põe em sua boca?

Enquanto mastiga, você pensa o bem ou o mal que este alimento estará fazendo a você?

Está muito em alta cuidar do corpo, dietas, malhação, etc…
Isso é MA RA VI LHO SO!!! Continue!

Mas, que tipo de alimento você nutre sua mente?

Você já pensou sobre isso?

Este é o questionamento que trago para você hoje…

Você pensa na qualidade desses pensamentos ou vive a deriva em um eterno piloto automático? Funcionando, muitas vezes, como uma verdadeira esponja, que absorve e se inunda com o que chega a você, sem filtros ou mesmo uma peneira…?

Nem preciso dizer da importância de cultivar bons pensamentos…
Nem o quanto pensamentos negativos podem ser nocivos.

Você pode defender-se dizendo:

_ Já tentei ser positiva, mas isso me parece falso…

Sim, eu entendo você. Entendo de verdade!

Pode ser muito esquisito mesmo, estar encharcado embaixo de um aguaceiro e começar a afirmar que o Sol está lindo e que faz muito calor.

Estar em uma realidade bem diferente e repentinamente começar a afirmar o oposto, pode parecer insano.

É preciso que ao afirmar algo, soe verdadeiro aos seus ouvidos!

Como você pode querer que alguém, ou o Universo acredite em algo que você está falando, quando nem mesmo você acredita?

E foi pensando nisso, que resolvi compartilhar com você minhas reflexões sobre o conteúdo fantástico do livro “A Lei da Atração” de Michael J. Losier.

É o que o autor chama de Ferramenta1:

“REFORMULANDO SUAS AFIRMAÇÕES PARA QUE ELAS SEJAM VERADEIRAS PARA VOCÊ.”

De nada adianta fazer afirmações simplesmente, se na hora de fazermos tais afirmações parte de nós não acreditar.

Por exemplo, se você afirma na frente do espelho:

“TENHO UM CORPO ESGUIO QUE ME AGRADA.”

E olha no espelho e está gordo. Imediatamente você sente que não é uma verdade e vibra na sensação e não na afirmação que acabou de fazer.

E como fazer que, mesmo estando distante do meu objetivo, eu possa falar uma afirmação positiva?

Michael propõe um exercício para “entrar em um processo de ter o que você quer.”

Por exemplo, pensando assim:

”ESTOU EM PROCESSO DE GOSTAR CADA VEZ MAIS DO MEU CORPO.”

Aí sim, você começa a acreditar, podendo depois usar uma afirmação mais direta, e até mesmo criar a sua Afirmação Ideal.

Pude, então, entender mais claramente o porquê que afirmações do “Jogo do Contente” dos Livros Pollyana Menina e Pollyana Moça de Eleanor H. Porter, não me caíam tão bem aos ouvidos, porque eu (Magaly) não acreditava. Ou melhor, parte de mim não acreditava.
As afirmações eram distante da minha realidade e das de muita gente…
Obviamente não se pode negar, a linda mensagem de ressignificação contidas nos dois livros!

É importante, ao criar afirmações que elas sejam mais verdadeiras para você!

Mas, e a tal AFIRMAÇÃO IDEAL?

Vamos ao passo a passo, segundo o autor da criação da AFIRMAÇÃO IDEAL:

1º. Passo – Exercício da Oposição:

Muitas vezes, sequer sabemos o que queremos, quiçá acertarmos usar palavras mais adequadas para atrair nossos objetivos.
E, quando isso acontece, a maneira mais fácil é tomando consciência do que você não quer.

Como é isso?

Com este exercício, você descobre primeiramente, tudo que você não quer.

Vamos lá?

Faça uma lista de umas 100 coisas que você não quer.

Você pode reclamar:

_ 100?? Não tenho tudo isso…

Hum… Pense um pouquinho mais…

Depois de ter escrito as 100 coisas que você não quer, ao lado escreva o oposto de cada item.

Gaste o tempo necessário para fazer esta etapa do exercício.

Muito bem!

Percebe? Sabendo o que você não quer, vai descobrir, com certeza, o que quer!

O autor chama este momento de “O Processo para Obter Clareza Através da Oposição.”

Já que agora você sabe o que quer, vamos para o próximo passo?

2º. Passo – O PROCESSO:

Buscar O PROCESSO, ou seja, frases que soem melhor aos seus ouvidos,

como:

“Estou em processo de gostar cada vez mais do meu corpo.”

Ao invés de:

“Tenho um corpo esguio que me agrada.”

Pegou?

Uma vez que sua mente já está no caminho, aceitando estar no processo, creio que podemos agora passar para a Ferramenta 2:

“A FERRAMENTA DA AFIRMAÇÃO DO DESEJO.”

Que contém 3 elementos:

1 – A Frase de Abertura

2 – O Conteúdo (sua lista de clareza, que você conseguiu através do Exercício de Oposição).

3 – A Frase de Encerramento.

Vamos a prática?

COMO CRIAR UMA AFIRMAÇÃO IDEAL DO DESEJO

1 – Frase de Abertura:

“ESTOU EM PROCESSO DE ATRAIR TUDO AQUILO QUE PRECISO FAZER, SABER OU TER PARA ATRAIR O MEU DESEJO IDEAL.”

2 – Conteúdo:

Use as afirmações de sua Lista de Clareza, combinando-as com as frases seguintes:

“ADORO SABER QUE O MEU _________IDEAL_______________”
“ADORO COMO ME SINTO QUANDO____________________”
“DECIDI ________________”
“CADA VEZ MAIS ______________________”
“FICO ENTUSIASMADO SÓ DE PENSAR QUE _______________”
“ADORO A IDEIA DE __________________”
“ADORO ME VER ____________________”

Exemplo:

“Adoro saber que meu companheiro ideal mora na mesma cidade que eu.”

3 – Frase de Encerramento:

“A LEI DA ATRAÇÃO ESTÁ SE EXPANDINDO E ORQUESTRANDO TUDO O QUE PRECISA ACONTECER PARA QUE O MEU DESEJO SE REALIZE.”

Após conhecer mais sobre o tema, observe, então, a diferença de vibração entre as duas afirmações abaixo:

“Adoro saber que meu relacionamento ideal está crescendo e se desenvolvendo.”

e

“Meus relacionamentos estão crescendo e se desenvolvendo.”

Agora, você pode criar as suas afirmações ideais para todos os seus objetivos!

A gente se vê!

Magaly Evangelista

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Michael J. Losier

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Dialogando com a vida!

Hoje meu foco principal é falar com quem está realmente cuidando de si.

Com quem tem investido em autoconhecimento e decerto se empenhado bastante para realizar seus sonhos, melhorar seus relacionamentos, cuidando da sua mente, corpo e espírito, mas que de algum modo, ainda não alcançou de forma mais concreta seus objetivos.

Você faz cursos, faz terapia, tem trabalhado sua paciência, esticado sua tolerância, lido livros de auto-ajuda, tem colocado em prática tudo que aprende, e só bola na trave.

Tem feito tudo que está ao seu alcance e nada de chegar onde anda querendo. Estressa-se, não sabe o que acontece com você, pensa em inveja, má sorte, até em mau-olhado…

Aí eu te pergunto:

– Você sabe usar corretamente a pontuação em um texto?

Hum… você deve estar pensando…

– Lá vem ela de novo… Você começa falando de uma coisa pertinente, eu presto atenção, levo a sério, me interesso e, de repente, muda de assunto do nada??

Eu respondo:

– Por mais que pareça que uma coisa não tem nada a ver, tem TUDO A VER…

Experimente ler o trecho abaixo:

“em vez de ir ao espelho que pensais que fez Capitu não vos esqueçais que estava sentada de costas para mim Capitu derreou a cabeça a tal ponto que me foi preciso acudir com as mãos e ampará-la o espaldar da cadeira era baixo inclinei-me depois sobre ela rosto a rosto mas trocados os olhos de uma na linha da boca do outro pedi-lhe que levantasse a cabeça podia ficar tonta machucar o pescoço cheguei a dizer-lhe que estava feia mas nem esta razão a moveu levanta Capitu não quis não levantou a cabeça e ficamos assim a olhar um para o outro até que ela abrochou os lábios eu desci os meus”

Agora leia o mesmo trecho com uma pontuação adequada:

“Em vez de ir ao espelho, que pensais que fez Capitu? Não vos esqueçais que estava sentada, de costas para mim. Capitu derreou a cabeça, a tal ponto que me foi preciso acudir com as mãos e ampará-la; o espaldar da cadeira era baixo. Inclinei-me depois sobre ela, rosto a rosto, mas trocados, os olhos de uma na linha da boca do outro. Pedi-lhe que levantasse a cabeça, podia ficar tonta, machucar o pescoço. Cheguei a dizer-lhe que estava feia; mas nem esta razão a moveu.

— Levanta, Capitu!

Não quis, não levantou a cabeça, e ficamos assim a olhar um para o outro, até que ela abrochou os lábios, eu desci os meus, e…”

Ai ,ai… Suspiro só de ler este trecho, na minha opinião, do melhor capítulo (O Penteado), do melhor livro brasileiro (Dom Casmurro), do melhor autor nacional (Machado de Assis)!

Mas voltando para nosso papo…

Percebe a diferença?

Não?

Por que você acha que é importante uma pontuação adequada?

– Porque melhora o entendimento. – Você diz…

– Sim, deixando o texto claro, sem deixar dúvidas. Ainda mais tratando-se de uma história como a de Capitu, Bentinho e Escobar!

E o que mais?

– (…)

– Para que você possa respirar!

Simples, não?

Pois é… Se não houvesse vírgulas, pontos de segmento, pontos parágrafos, etc… todo mundo ao ler um texto ficaria sem ar.

Imagine os devoradores de livros que quando leem só param quando terminam? Poderiam passar mal, não é verdade?

O mesmo acontece se você resolve dirigir a sua vida, se entender, fazer milhões de cursos, terapia, se cuidar, por tudo isso em prática (o que é ótimo), mas não dá nem uma vírgula, uma mínima pausa sequer para a vida interagir com você.

Percebe que por mais que você saiba da importância de tomar as rédeas, da ação, de se alinhar, de se conhecer, de fazer escolhas acertadas, há também que deixar um espaço, uma lacuna, para que seja preenchido pela vida.

Quando aprendemos que somos co-criadores, um dos erros mais comuns, é esquecer das pausas.

Escrevemos um roteiro com nossas falas, e com as falas de todas as outras personagens, com todas as ações, cenas projetadas por nós, mexemos, até mesmo, na natureza, quando decidimos que o cenário terá um sol radiante ou uma linda tempestade. E esquecemos de deixar espaço para a ação do outro, para a resposta da vida conosco.

Imaginamos como o outro vai reagir, como vai se vestir, como ele vai ser e se comportar…

Depois reclamamos quando nos decepcionamos com um amigo, um amor, um trabalho… Claro, nos decepcionamos não com a pessoa em si, mas com a personagem que criamos em nosso roteiro.

É imprescindível, portanto, aprender a contracenar com a vida. E, até mesmo, saber quando é melhor ser protagonista, coadjuvante, figurante, transeunte ou mesmo um mero e sábio observador.

Saber que nem sempre o que escrevemos em nosso roteiro, digno de Hollywood, é o melhor caminho.

Ter objetivos é de suma importância, não estou dizendo para você não tê-los, muito menos estou dizendo para você não sonhar, ou não ter iniciativas. Refiro-me ao excesso de controle, do esforço para que as coisas saiam só e exatamente como planejamos.

Traçar minuciosamente cada detalhe do caminho, pode ser uma grande furada.

Isso me fez lembrar, quando aos 16 anos, um garoto que eu gostava muito, tentou me beijar no corredor movimentado da escola e eu virei o rosto…só porque o cenário não era embaixo de uma linda árvore, como eu havia sonhado acordada tantas vezes…

O resultado é que arrastei este momento de quase beijo por longos e desnecessários anos…

Às vezes, imaginamos um caminho em linha reta, e nem suspeitamos que fazer uma curva à direita, em uma estrada de barro, apesar de parecer mais longo e difícil o caminho, pode ser uma grande forma de chegarmos onde queremos muito mais rápido. Pois naquele atalho disfarçado aparentemente de caminho errado, de perda de tempo, pode ser onde conheceremos pessoas, nos livraremos de possíveis perigos, faremos trabalhos que nos levarão mais rapidamente à concretização do que queremos, ou, pelo menos, chegaremos ao nosso objetivo de forma mais qualificada.

É preciso lembrar que somos co-criadores e não Criador. E se somos co-criadores significa que não fazemos o trabalho sozinhos. Existe uma Regência Maior, existe a interação de outrem, existe o andar do Universo.

Então se dê uma oportunidade e dialogue com a vida.

O Universo fala, às vezes até grita… é só você estar aberto a ouvir…

Experimente!

Magaly Evangelista

06/03/11

 

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Nasci Atriz

(Teatro Arthur Azevedo – Maranhão)
Desde que me entendo por gente sou atriz!

Aos quatro anos, já ficava fascinada com a televisão.

A vida era difícil na época, e o único contato que eu tinha com a arte era a partir da televisão.

Minha mãe me colocava na cama para dormir, ninada pelos lindos contos infantis que ela conhecia…

Esperava a casa acalmar, e corria para ligar a TV (sem som para não acordar ninguém) e assistir às novelas.

_ Que delícia!

Adentrar àquele universo artístico era uma experiência mágica…

_ Ops… ô ou…

Não demorava muito e meu pai aparecia, me levava de volta para cama, e mais uma vez eu levantava pé ante pé.

Isso acontecia algumas vezes até ele dormir e eu enfim ficar a sós com a minha amada TV…

Assistia de tudo: programas de humor, shows, novelas e até luta livre…

Era fascinante ver todos aqueles talentos, embora meus olhos só brilhassem para um: o Ator Sérgio Cardoso!

Sempre me emociono quando lembro dele, porque creio que mesmo muito pequena eu era como um pendrive, que guardava em minha memória cada gesto, cada olhar deste brilhante Ator, para no outro dia chegar na escola,subir em um banquinho e contar toda a novela, todas as cenas de amor e de sangue…

_ “Massassino”, matou meu filho.

Contou-me minha avó, cheia de orgulho!

Sentia-me a própria, já que meus colegas dormiam cedo e não assistiam TV a noite… Eu estava no Jardim de Infância. Precoce, não?

(Será que vem daí o dom da oratória?)

O tempo passou, e para surpresa de todos, principalmente minha, Sérgio Cardoso faleceu, no meio de uma novela.

Precisei tomar maracugina, porque dei uma crise de choro que não parava… Claro… Na minha cabecinha de criança, eu achava que estava indo embora a minha arte…

Pela primeira e única vez na história da telenovela brasileira um ator substituiu outro em uma personagem… Posso lembrar a cena em que o ator Leonardo Vilar substituiu Sérgio…

O tempo passou, e como ainda não era “moda” ser artista, muito pelo contrário, a arte ficou lá naquele momento…

Medos, dúvidas de seguir a carreira e só adulta percebi que a vida era feita de escolhas e eu poderia deixar minha carreira executiva em uma multinacional, para seguir o que mais amava.

Assim foi, só pisei pela primeira vez em um Teatro para atuar. Foi lindo!

E estou até hoje.

Eu tinha certeza de que eu era uma atriz, porque toda vez que eu me imaginava em um Teatro, eu só via a plateia, o que significava para mim, que eu sempre estaria no palco!

O palco é apaixonante, arrepiante!

Tive o prazer de dividi-lo com os mais talentosos astros e estrelas deste país!

E, apesar das dificuldades que é ser artista no Brasil, posso dizer que sou muito feliz com meu trabalho! Porque a emoção que se sente vinda dos aplausos de uma plateia, é ímpar!

Às vezes, como naquele dia da morte de Sérgio Cardoso, sinto o sabor na boca, de que a arte está indo embora da minha vida… Fico triste, mas logo alguma “maracugina” se apresenta e percebo que se trata de apenas um momento.

E vou atrelando a arte a tudo que vou aprendendo no caminho.

O atual casamento que uni a minha arte é a Programação Neurolinguística (PNL). E essa mistura de Arte e PNL, tem dado um samba bom de ouvir e de dançar!

Não posso dizer que sempre atuarei, pois a vida é feita de escolhas, e estamos sempre fazendo novas escolhas…

Também não quero e nem preciso ser escrava de nenhuma escolha passada, muito menos as escolhas feitas por uma menina de quatro anos.

Posso até mudar de ideia, mas permito-me afirmar que sempre serei uma Atriz, porque esta escolha, por mais que exista falta de apoio à cultura, ninguém me tira!

EU ESCOLHI!

Desejo de alma para alma que você esteja fazendo grandes e sábias escolhas em sua vida!

Magaly Evangelista


(Sérgio Cardoso – Anos 70)

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Sérgio Cardoso

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JOGA TINTA!!!

Estive em São Paulo faz uns dias…

Hum… espera…

Preciso repetir isso em letras grandes e em negrito:

_ SÃO PAULO!

Amo São Paulo!

E, sempre que posso, gosto de homenagear a cidade que escolhi para amar de graça…

Morei em São.Paulo alguns anos, não gosto de lembrar quantos, porque sempre vou achar que foram poucos…

Você pode pensar:

_ Mas por que “cargas d’água ” ela está falando isso hoje?

_ No que vai me acrescentar a vida, saber que ela ama São Paulo?

Pois é… Vou explicar…

Nesta minha recente e curta visita a São Paulo, andando ocasionalmente pelos meus lugares preferidos, eu notei uma coisa em mim.

Fazia tempo que eu não visitava a cidade… E, coincidentemente, passei por ruas em que morei, por lugares extremamente importantes para mim.

Percebi, então, que estes lugares, eu os via hoje com um outro olhar…

Parece óbvio, afinal os anos se passaram… mas como vivo num processo investigativo sobre mim, achei que tinha mais “farinha neste angu”…

Recordei-me a primeira vez em que vi estes lugares, e o brilho nos olhos que eu tinha. Fiz um esforço, busquei de novo vê-los daquela forma encantada de outrora e nada…

Estou falando isso, porque para mim uma das coisas mais importantes para nos manter com vivacidade, é a capacidade de se encantar com as coisas, com um certo e precioso entusiasmo…

O mesmo que acontece com as crianças, que ao ver algo que realmente curtem, pela primeira vez ou não, imediatamente e sem filtros, exclamam:

_ UAU!

Trata-se, às vezes, de algo que para nós seria simples, como se deparar com um gatinho, ou um ratinho… como brilhantemente narra Giuseppe Povia, que teve sua música traduzida do italiano para o português, especialmente para um comercial da Kinder Ovo…

Posso até ousar afirmar, que quem perde a possibilidade de se encantar com as coisas, de dizer “UAU”, pode ir mal das pernas neste mundo…

Por muito tempo, no passado, eu vivia exclamando:

_ A vida é preta e branca, a gente é quem colore, quem joga tinta. – Joga tinta, joga tinta!

Não estava de todo errada, pois depende de nós, ao estarmos diante de uma adversidade da vida, fazermos dela algo melhor, tirando lições e aprendizados, driblando-a em direção a solução, e não se permitindo atolar-se cada vez mais na areia movediça de uma fatalidade.

Como diz os ensinamentos do meu querido autor, o americano James Arthur Ray, diante de uma adversidade pergunte imediatamente:

_ O que há de maravilhoso nisso?

Até pelas Leis da Física tudo que tem um pólo negativo, tem um pólo positivo.

Originalmente as palavras de Ray no seu majestoso livro “Prosperidade Harmônica”, são:

“O que há de incrível nisso?”

“A Física Quântica nos diz que todo elétron, que tem uma carga negativa, precisa ter um pósitron correspondente, que carrega uma carga positiva. Em linguagem leiga, isso significa que, se uma coisa parece realmente terrível, é preciso que ela também contenha algo incrível. Ela tem que conter – é uma lei científica.”

Todavia, agora penso um pouco diferente, uma versão melhorada eu diria deste meu conceito.

Hoje, creio que nascemos no bem-estar e nós é que nos distanciamos dele, e assim vamos descolorindo nossas vidas…

Para eu ter certeza disso, basta dar uma olhada pela minha janela, e ver lá fora um dia de céu azul e de concórdia das flores e árvores…

Você pode dizer:

_ Ah, mas a realidade física ao meu redor é outra, bem diferente…

Ok…

Então, olhe só um pouco ALÉM da sua “realidade ruim” criada, sem sombra de dúvidas, por suas escolhas anteriores, e, com certeza, irá encontrar sinais de uma natureza harmônica…

E é esta harmonia que por vezes observo pela minha janela, é que me faz pensar, que eu possa também fazer parte dela…

Eu faço parte do TODO, apesar de ser uma pequena partícula do Universo.

Outro dia, antes de dormir, brinquei disso:

Fechei os olhos, e me vi deitada na cama, em um quarto de um apartamento. Fui subindo e pude visualizar o prédio onde moro, e cada vez me via mais longe.

Pude ver o Bairro, a Cidade… – como se avistasse do avião, quando está próximo a aterrissar -.

Fui subindo, vi o Estado, e logo tudo ficou com cara de mapa.

Vi meu País, meu Continente, o Planeta Terra… Lindo…

Encontrei-me, então, na órbita, entre os Planetas do Sistema Solar. Fui me distanciando mais, e vi a Via Láctea! Depois uma infinidade de galáxias…

Fiquei ali, minúscula, e, ao mesmo tempo, grandiosa, Sentindo-me imensa! Tudo parecia não ter fim, nem início…

A única referência que eu tinha era Eu.

Fiz o caminho de volta, em uma velocidade bem mais rápida.

Ao chegar na minha cama, em mim, percebi que se eu quisesse entrar no microcosmo, até células, átomos, etc… tudo realmente seria igual, a minha referência seria sempre Eu.

Por mais que eu me achasse pequena diante disso tudo, da Natureza, do Universo, EU SOU PARTE DELES, e se eu melhoro minha vida, se eu fico feliz, eu mexo no TODO!!!

Finalmente, emocionada expressei baixinho, quase em um sussurro:

_ UAU!

Isso não é fantástico??? Eu faço parte dessa maravilha toda!

EU SOU NECESSÁRIA AO UNIVERSO!!!

E, quando as coisas não estiverem 100%, eu posso ver um pouco além de mim, buscar energias de outras partes do TODO que estejam melhores do que esta minúscula parte que não está, neste breve instante!

Isso me fez um bem imenso e me deu uma esperança tão grande, que não pude deixar de contar para você!

Acorde! Pára de olhar só para seu umbigo, expanda sua visão, e aí sim perceba o que em você é grandioso e entre em harmonia com esta melodia linda que o Universo toca o tempo todo, e que você só não fica bem se não se afinar com ela!

A vida está preta e branca?

_ JOGA TINTA, JOGA TINTA!

Magaly Evangelista

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Giuseppe Povia – Quando as crianças fazem Uau!!

Giuseppe Povia – Il bambini fanno ooh!

James Arthur Ray

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Desviando da BOLA DE LIXO…

Estes dias peguei-me triste, coração apertado… procurei, então, perceber a emoção e comecei a pesquisar de onde vinha, buscando qualquer pista que pudesse ter a ver com a sensação que eu estava sentindo naquele instante.

Voltei o filme em minha mente, que nem quando você volta a fita, quadro a quadro, desde o momento em que me dei conta do mal-estar, até encontrar o momento anterior onde eu estava bem…

Já faz algum tempo que tenho este hábito, desde quando resolvi estudar mais a fundo as minhas emoções.

Ao invés de fugir da sensação como é a reação mais comum, varrendo-as para baixo do tapete, eu as investigo, de forma tranquila, mas precisa.

Muitos podem achar que este processo de investigação da dor é pior, contudo eu posso garantir:

Mexer na dor dói, não mexer dói mais ainda.

Vivo dizendo isso aos alunos do Curso de Formação em Programação Neurolinguística (PNL) na Central Kau Mascarenhas, onde sou Assistente de Trainer.

E, como não estou aqui para perder reencarnação, quero mais é me livrar de dores, ressentimentos, culpas, mágoas… enfim… Todos estes sentimentos que nos “empacam”, e nos levam ao mal-estar.

Identifiquei então a Emoção Gatilho, ou seja, onde nasceu a emoção que me fez começar em uma sensação de sentir mal… E bati um papo comigo sobre o que me afligia…

Tratava-se de uma situação pequena, que rapidamente desatei o nó e segui meu dia. Mas talvez se eu não estivesse perceptiva as minhas emoções, isso tivesse se tornado bem maior…

Lembrei-me rapidamente do Richard Carlson, escritor, psicoterapeuta e palestrante motivacional americano, infelizmente falecido precocemente em 2006, aos 45 anos de idade.

Seu livro mais conhecido foi “Não Faça Tempestade Em Copo D’Agua….”, porém meu livro preferido de sua autoria chama-se “Você pode ser feliz”.

Ganhei este livro da Leonor Arocha, uma atriz e mulher incrível que a vida fez a gentileza de colocar em meu caminho!

Nós tínhamos grandes afinidades! A maior delas, além da mesma profissão de atriz, o gosto pela leitura e autoconhecimento.

E foi com um sorriso nos lábios, aliás adorno constante em seu rosto, que ela me apresentou a Richard Carlson!

Em “Você Pode Ser Feliz”, o autor aborda algo tão genuíno, mas que é fantástico, sobre os Estados de Ânimo.

Às vezes, amanhecemos de um jeito mais “na nossa”, mais reflexivo, de astral baixo, porém não necessariamente é algo sério.

“Quando você entende que é seu ânimo – não sua vida – o que mudou de repente, passa a ter uma perspectiva melhor. Essa nova perspectiva ensina a gente a levar os pensamentos menos a sério quando não se sente bem – a pensar mais devagar e desviar a atenção daquilo em que se está pensando.”   Richard Carlson

Pode parecer simples, mas naquela época eu achava que deveria dar atenção a todo pensamento que me passasse pela cabeça.

Eu acreditava que se o pensamento chegasse a minha mente, algum motivo tinha e necessitaria de toda atenção…

Tomar conhecimento sobre esses ensinamentos foi um grande diferencial para mim, naquele momento.

No entanto, a grande sacada é perceber que pode ficar mais sério sim, se colocarmos nossa atenção nisso e aumentarmos a dimensão de forma desnecessária.

A autora Lynn Grabhorn em seu livro: “Com licença, sua vida está esperando”, infelizmente ainda não publicado no Brasil, podendo apenas ser encontrado em português, pela Editora Sinais de Fogo em Portugal, diz algo que possivelmente muitos já sabem sobre a Lei da Atração:

Nosso pensamento e sentimento atraem coisas.

Mas o que é bem interessante que ela fala, e pertinente neste tema, é que quando um pensamento se junta a outro pensamento igual, que você pensou sobre a mesma coisa, em um momento anterior, torna-se mais forte.

E quanto mais pensamentos da mesma coisa, mais potente vai ficando…

Porém, estes pensamentos agrupados e tão potentes, quando se juntam aos pensamentos da mesma natureza, de outras pessoas, torna-se muito maior e ainda mais forte.

Se o pensamento for positivo, proativo, ok. Mas, e se este pensamento for negativo?

Funciona da mesma forma.

Aí você pode dizer:

_ Ah tá… mas onde entra a BOLA DE LIXO?

Exatamente aqui!

Lynn diz que quando estes pensamentos negativos se unem aos pensamentos negativos de outras pessoas, forma uma imensa bola recheada de pensamentos com vibrações negativas, que ela chama de BOLA DE LIXO.

Se você não investir vibrar em uma energia positiva constantemente, esta BOLA DE LIXO, cada vez mais forte, em algum momento, baterá em você.

Mas, o que é mesmo esta BOLA DE LIXO?

Seus pensamentos negativos sobre algo, somados a outros da mesma natureza.

Por exemplo, contas a pagar:

Cada vez que você tem contas a pagar, e ao receber as contas fica mal, triste com isso, você emite uma vibração negativa. Esta se une as vibrações negativas que você vibrou, quando recebeu as contas do mês passado, que se une também as vibrações que você emite, quando precisa comprar algo novo e lembra que você está endividado.

Estas vibrações suas, se unem a de outras pessoas com vibrações iguais, que se une a de outra, e a de outra… e isso forma a tal BOLA DE LIXO.

E esta bola bate em você, trazendo mais e mais falta de dinheiro.

A coisa vai ficando cada vez pior, até que você mude de vibração e a bola não possa mais te alcançar. Não estarão mais vibrando na mesma sintonia.

Esse mesmo exemplo poderia ser aplicado a relacionamentos amorosos, saúde, etc…

Observe bem, ninguém está dizendo para de uma hora para outra você virar o Rei do Pensamento Positivo ou a Mulher Sorriso.

Pensar em coisas positivas e negativas faz parte, o que estou pontuando é para você não levar tanto tempo nutrindo os negativos!

Finalizando, não poderia deixar de homenagear o Richard Carlson, com uma frase que pode ser muito útil:

“E por que nossos pensamentos parecem tão reais?
 Porque somos nós que o criamos.”

Na próxima vez que se sentir um pouco triste, pare um pouco, busque a emoção que te incomoda, e converse com você, ressignificando. reciclando as emoções, afinal, queremos passar bem longe desta tal BOLA DE LIXO!

Magaly Evangelista

26 de maio de 2010.

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A IMPORTÂNCIA de não se fazer NADA!

Comecei a pensar na importância de tirar um momento do meu dia para não fazer nada, quando uma vez comentei que estava com dor de cabeça com um amigo, e ele exclamou:

_ Você pensa muito, não é?

Imediatamente, respondi com muito orgulho:

_ Sim, eu amo pensar!

Ele me explicou sobre chakras, concentração de energia, entre outras coisas… e me sugeriu meditar. Respondi “na lata”:

_ Ah, já tentei, não gosto não…

Calmamente, ele me disse:

_Ok, então fique um tempo parada, sem fazer nada…se quiser pode olhar através da janela, a paisagem, apreciar a natureza e procure não pensar em nada, só observe…

Não era a primeira vez que eu me deparava com o tema…

Inicialmente, foi de forma mais humorada, quando há alguns anos, eu assisti uma das mais fantásticas atuações de Jerry Seinfeld, o Rei do Stand-up Comedy (comédia feita por um comediante de pé, de cara limpa, sem cenário, sem figurino, com texto de sua autoria)!
Seinfeld fez a Série que leva o seu nome por 9 temporadas!
Conta-se que recusou 5 milhões de dólares por episódio para fazer a 10ª…

Em uma de suas entrevistas, depois do final da Série, no David Letterman Show, ele teve ao meu ver, um momento fantástico de stand-up, quando começou a contar o que as pessoas lhe perguntavam, sobre o que ele andava fazendo, desde que terminou a Série. E sua resposta foi brilhante:

_ NADA!

E arrancou gargalhadas da plateia com seu time perfeito!

Ainda acrescentou, que fazer nada, requer uma grande atenção, porque quando você se propõe a fazer nada, é preciso estar atento, pois quando você menos espera, você está fazendo alguma coisa.

Perde-se, então, todo trabalho anterior de não fazer nada!
A plateia responde com mais gargalhadas!

É verdade!

Fazer nada, requer maestria, não é para qualquer um, é preciso uma certa experiência…

Experiência esta que Mark Gungor palpita que o homem leva mais vantagens nisso do que a mulher!

Mark Gungor é um Pastor e Palestrante americano, muito bem humorado, especializado em palestras e seminários tendo como temas, matrimônios e relacionamentos.
Em um desses seminários, Mark Gungor aborda sobre as diferenças entre o cérebro masculino e feminino. E num momento de profunda excelência, ele fala sobre o cérebro feminino e seus emaranhados fios, onde todos se conectam ininterruptamente, comandados pela emoção.
Já o cérebro masculino estaria dividido em caixas, que de acordo com a necessidade e o tema são acessadas uma a uma, e jamais misturadas.
Uma delas, segundo ele, a favorita dos homens: a fantástica “Caixa do Nada”.
Uma caixa sem nada dentro!

Se você é homem decerto a conhece muito bem, e se é mulher, certamente já se deparou com seu companheiro parado, estático… e você curiosa, pergunta:

_ O que você está pensando?

_ Nada

Responde ele tranquilamente…

Mark Gungor também diz que o cérebro do homem, ao passar por um estresse, a primeira coisa que faz é recorrer a “Caixa do Nada”.

Até assistir ao vídeo desta palestra, eu nunca acreditei que os homens não estivessem realmente pensando nada.
Para mim seria quase impossível um ser humano racional, não estar pensando em alguma coisa.
Confesso que em alguns momentos até criei algumas situações:

_ Como alguém pode não estar pensando em nada??? Hello, tem alguém em casa?

Porém, depois passei a não só acreditar que eles podem não estar pensando em nada, me envergonhar pelos “Hello, tem alguém em casa?”, como também passei a invejá-los!

Lógico que uma inveja branca, claro, uma inveja do bem…

Ah… adoraria acessar facilmente esta tal “Caixa do Nada”… só acioná-la e pronto, estaria lá… eu no vazio, relax total…

É impressionante que depois disso, só me chegam mais e mais informações sobre a importância de não se fazer nada, como o Clube do Nadismo, por exemplo!
Criado em Londres pelo designer Marcelo Bohrer que, depois de ter um burnout (também chamada de síndrome do esgotamento profissional), resolveu através de experiências, entender porque hoje em dia as pessoas não conseguem parar.

Observe que não estou negando a importância de se ter objetivos, metas, foco, que isso fique claro. Nem mesmo estou falando do Ócio Criativo, de Domenico De Masi, mas sim, de parar de vez em quando, que nem você alonga os músculos, porque já está há muito tempo usando o computador e não quer desenvolver LER (Lesões por Esforços Repetitivos)/DORT (Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho), da mesma forma é valioso parar e esvaziar a mente, não fazer nada, meditar, sei lá…

Encontre uma forma que seja mais adequada para você, e dê ou não a ela o nome que quiser, o importante é ter momentos de não fazer NADA!

Até a próxima!

_ Nada… nada… nada… zzzzzzzz

_Êpa! Ainda bem que eu ainda estava aqui, dormir não vale!

Dormir é fazer alguma coisa, lembre-se: o importante mesmo é não fazer NADA!

Magaly Evangelista

Ficou curioso? Divirta-se:

Seinfeld em David Letterman
Mark Gungor – Men’s Brain and Women’s Brain
Clube do Nadismo

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UM DESAFIO: CHEGA de lamentação!

Qual a música de fundo da sua vida?

Que letra tem ela?

Ela é alegre, é triste?

Quando você vai cantá-la para alguém, de que jeito é?

Como é a reação da outra pessoa ao ouví-la?

Pois é… a gente nem percebe, mas temos uma historinha para contar sobre nós, a cada pessoa que encontramos (na fila do banco, na padaria, na ante sala do dentista…), qualquer pessoa que conhecemos, seja pela primeira vez ou não.
Em geral, é bem mais fácil perceber esta “música”, quando você liga para uma amiga para por o “papinho em dia”. Ou encontra por acaso aquele amigo que você não vê há muito tempo…

O que você costuma dizer sobre você?

Por mais que você disfarce, você libera em uma simples conversa: hábitos, valores, crenças…

E esta forma e também o tipo de conteúdo (que está dentro desta “musiquinha”), pode fazer uma grande diferença na vida da gente.

Muitas vezes esta música, ou esta história que estamos sempre contando, são “pontas de icebergs” de muitos boicotes que fazemos conosco, e nem nos damos conta: o famoso lamento. Conhecido também como ladainha ou queixa.

Costumo sempre dizer, que o lamento é que nem a gente andar na esteira da academia, a gente anda, anda… e não saímos do lugar.

Ao lamentar nos condenamos a ficar girando eternamente no mesmo lugar, na mesma situação, bem envolvido no problema, mergulhando, cada vez mais, nele.

E, dentro dessa situação, como enxergar a solução?

É focando na solução que a encontraremos, e não focando no próprio problema.

Gosto muito do conceito de “Problema” da Programação Neurolinguística (PNL), ela desmistifica esta palavra que para muitos, pode ser um drama maior do que, muitas vezes, a questão merece.

Problema para a PNL, nada mais é que a distância entre o Estado Atual e o Estado Desejado, ou seja, a lacuna que existe entre onde você está agora, para aonde você quer estar!

Sabendo disso, não já muda muita coisa?

Ao meu ver, pensar na palavra problema desta forma, já é um grande adianto na vida! E acrescido de aprender a dar uma basta na lamentação é outro!

Uma das coisas que mais percebo, é a tendência da grande maioria dos seres humanos a vitimização. Até mesmo quem mais se estuda, se observa, e pratica o fato de assumir a responsabilidade de seus atos e escolhas, está sujeito a cair nestas pequenas (grandes) armadilhas.

E a sensação de vitimização é um prato cheio para o início de uma boa lamentação…

E como fazer para dar um basta nesta lamentação?

O escritor T. Harv Eker, no seu livro “Os segredos da mente milionária”, sugere a prática de um exercício, que começa estando atento, a não se colocar num estado de vítima, que segundo ele tem 3 pistas. São elas:

– A culpa é dos outros.
– Sempre há uma justificativa.
– Viver se queixando.

Então, que tal assumirmos a responsabilidade de nossos atos e escolhas?

E o grande desafio que o autor lança, quero também lançar aqui, para você se livrar de uma vez por todas, deste péssimo hábito de reclamar, lamentar ou no popular “chorar as pitangas”:

“Eu o desafio a não reclamar de nada durante os próximos sete dias. E não apenas em voz alta, na sua cabeça também. Porém você terá que fazer isso nos próximos dias inteirinhos.”

São apenas sete dias, e sei que será algo que você agradecerá por toda a vida!

Boa sorte, com sua nova música!

Magaly Evangelista

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